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Se Liga Crente!

Etimologia

A palavra idolatria herda dos radicais gregos eidolon + latreia, onde eidolon seria melhor traduzido por “corpo”, e latréia significando “adoração” - neste sentido representaria mais uma adoração às aparências corporais do que de imagens simplesmente.
fonte: wikipedia
Na antiguidade, era mais fácil identificar a idolatria, porque desde o princípio o Senhor já repugnava a criação de imagens (Êxodos 20).  Porem, com o mundo moderno, satanás tem criado outros artifícios que induz sutilmente o homem à idolatria, inclusive de forma virtual. E uma das mais fortes é a televisão, quando usada de forma incorreta, traz uma avalanche de maldição para dentro da casa do servo de Deus. Por ela entram na sua casa os filmes, as novelas e outros programas que na maioria das vezes vem recheados de pornografia, violência e outras devassidões abomináveis aos mandamentos de Deus.
Se você não acha que colocar poster deles e etc na sua parede não é errado, Despertá Igreja do Senhor satanás e astuto é faz você pensar isso Deus diz não terás imagens … Êx 20 e a mesma coisa só com uma aparência melhor. E você colocando la no seu quarto ou aonde for você está idolatrando eles. Com as músicas deles os posteres colados FICAMOS tão facionados com tudo isso que acaba não lendo a Bíblia, acaba não catando louvores só da boca para fora, não sentindo mais a presença de Deus e por fim morte espiritual. Fica uma pergunta aonde está os Textos Bíblicos colados em suas paredes? Para a sua Edificação?
Que O Espirito Santo ajude-nos a compreender as coisas que esse mundo esta nós trazendo . Em Nome de Jesus. Amém!
Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, Levíticos 10.10

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PORNOGRAFIA NA INTERNET

                               Pornografia na Internet: A Maldição e a Cura

A Internet é tão persistente quanto potente, uma presença indelével e incontida na cultura. De fato, a Internet nem está separada em absoluto da cultura; é a cultura. Todo o lixo, refugo e dejetos de nossa sociedade ali encontra o seu espaço, e a menor das obsessões encontra ali o seu nicho, juntamente com Bach, obras caritativas e pôres-do-sol. A Internet permite que um milhão de flores desabrochem, bem como um milhão de ervas daninhas.--Javier, Herron, & Primavera, 1998.

O dia havia sido longo e agitado, mas finalmente Jerry estava sozinho no seu escritório em casa. Estava bastante cansado após oito horas de infindáveis reuniões na Igreja. Ao mesmo tempo estava contente pelo que vinha conseguindo realizar. Seu grupo de jovens estava aumentando, e a congregação lhe dera muitos tapinhas nas costas. O sentimento geral era de que Jerry--o líder de jovens em sua igreja--estava fazendo uma diferença positiva com os jovens. Ele se sentia bem com isso.

Jerry atirou o paletó sobre uma poltrona num canto e acomodou-se diante de seu computador para desfrutar uns poucos minutos "só dele". Após alguns cliques--ali estavam suas amigas: mulheres posando eroticamente, pessoas tendo sexo das formas mais esquisitas. Ele partia de um site da Internet para outro como que hipnotizado. A luz de mensagens de seu telefone piscava e uma pilha de cartas aguardavam sua atenção, mas ele não conseguia afastar-se do computador.

Todos os amigos de Jerry imaginavam que ele era o exemplo do sucesso. Em seus 30 e poucos anos tinha uma bela esposa, duas filhas pequenas e um lar confortável. Qualquer fotógrafo teria orgulho de exibir uma foto da família de Jerry em seu estúdio. Profissionalmente, Jerry estava em alta demanda como orador por toda a região e mesmo pelo estado.

Mas Jerry era também um viciado--dominado pelo sexo, obcecado pela pornografia internética.



O escopo do problema
A pornografia online é imensa. Tornou-se uma das formas mais lucrativas de comércio no disputadíssimo campo das 'pontocoms'. Estimativas de ganhos anuais situam em um bilhão ou vários bilhões de dólares. O número de pessoas que visitam sites sexuais cada dia tem sido estimado em 60 milhões. Juntos, os cinco sites pornográficos mais freqüentados na Internet recebem mais visitas do que os grandes sites noticiosos MSNBC.com e CNN.com combinados. Todos esses sites estão disponíveis cada minuto do dia e são fáceis de encontrar--bastando somente alguns segundos para sua localização.

A pornografia internética é tão ampla que provavelmente é certo dizer que veio para ficar. Provavelmente jamais será bloqueada. Todo dia, aproximadamente 400 novos websites pornográficos são abertos na rede Internet a partir de locais como a Tailândia e a Rússia.
As boas novas são que a recuperação do vício da pornografia internética é possível.



O que vem a ser vício sexual?
Pessoas que não são sexualmente viciadas--eu as chamarei "normais"--são capazes de desfrutar uma experiência sexual de tempos em tempos e daí dar atenção a outras coisas. Também são capazes de dizer não quando se sentem sexualmente excitadas mas não há possibilidade para atividade sexual.

O viciado sexual, por outro lado, está continuamente obcecado com pensamentos e emoções sobre sexo, e seu comportamento é controlado por seus impulsos sexuais. (Eu me referirei a viciados sexuais como homens neste artigo, uma vez que a maioria dos viciados sexuais são do sexo masculino. Contudo, algumas mulheres de fato se tornam também vítimas de vício sexual, e as recomendações neste artigo são igualmente válidas para elas).

Todas as dependências são caracterizadas por esta incapacidade da parte do dependente em dizer não a seus impulsos ao vício. Se o viciado sexual sente que "tem que fazê-lo" ele o fará. Não importa quão ameaçador seja o seu comportamento para a sua família, sua profissão ou mesmo sua vida, as emoções do viciado sexual o compelem a agir segundo os seus desejos.
O fundamento de todo vício sexual é a lascívia. Contudo, lascívia não é emoção sexual ou desejo sexual. Lascívia é usar outro ser humano para a própria gratificação sexual.

A lascívia não requer contato físico com outra pessoa. Uma fotografia ou mesmo imagem mental do objeto desejado é suficiente para detonar a lascívia na mente do viciado. É por isso que a pornografia--seja em papel, na TV ou Internet--é um instrumento tão poderoso para a lascívia. Propicia as imagens que a alimentam.

A pornografia internética é particularmente viciadora porque o viciado não precisa dirigir-se a uma banca de revistas ou livraria para apanhar publicações pornográficas. Ele pode acessá-la na privacidade de seu lar.

Uma vez a pessoa esteja enredada, geralmente descobre que não consegue sair do seu vício por si mesma. Pode fazer milhares de promessas a si ou aos familiares, ou a Deus, de que vai parar, contudo mais cedo ou mais tarde está de volta praticando o seu vício.

Significa isso que está condenado a permanecer para sempre preso a isso? Absolutamente não!



O fator Deus
O ponto de partida é lidar com a lascívia. Contudo, o viciado deve reconhecer que o desejo de utilizar outra pessoa para gratificar os seus impulsos sexuais tem um domínio tão tremendo sobre ele que não consegue escapar por si só. Carece de auxílio divino e de pelo menos um amigo que teve a experiência de lidar com a obsessão sexual.

Muitos viciados oram desesperadamente a Deus para os libertarem--sem resultado, porque não estão orando da maneira correta. A fim de que Deus lide com a lascívia, o viciado deve convidar a Deus para ocupar sua mente e pedir que lhe remova esse poderoso desejo por lascívia.

Uma boa oração deve ser assim: "Deus, sou impotente sobre esse vício. Dou-Te permissão de removê-lo". Também é de ajuda agradecer a Deus por remover a lascívia: "Obrigado por remover essa lascívia de minha mente e emoções". Não é necessário esperar até que o desejo lascivo seja removido para agradecer-Lhe por fazê-lo.

Proferir essa oração pode ser muito difícil, de fato penoso, porque a lascívia é o que o viciado tanto aprecia. O viciado pode lidar com isso pedindo a Deus, quando não se acha sob tentação, para dar-lhe "o poder para rogar a Tua ajuda na próxima vez que eu for tentado à lascívia".



Respeito
O oposto da lascívia é o respeito. A lascívia desumaniza uma mulher (ou um homem na mente viciada de uma mulher) por valer-se dela como objeto para gratificar os próprios impulsos sexuais. O respeito significa valorizar uma mulher como ser humano que merece ser tratado com alta consideração, e merece ser protegido, antes que abusado. (O viciado está abusando de uma mulher em sua mente quando pensa lascivamente nela, mesmo que não chegue a tocá-la).

Assim, como pode o viciado aprender a respeitar pessoas do sexo oposto, em lugar de usá-las como objetos para satisfazer a seus desejos ilegítimos? Por orar por elas no momento exato em que as está vendo: "Deus, por favor, proteja essa mulher de qualquer mal. Leva o Espírito Santo para a vida dela. Sejam quais forem os problemas que ela esteja defrontando hoje, abençoa-a com as respostas que sabes serem as melhores para ela".

Essa oração coloca a Deus bem no meio dos desejos lascivos do viciado e começa a desmontá-los. Esteja a mulher que está contemplando numa foto diante dele, ou na vida real, ele não pode orar desse modo sem que sua atitude para com ela comece a mudar. E ao persistir em orar por uma mulher após outra, no devido tempo ele descobrirá que o seu respeito pelas mulheres começará a crescer.



Auxílio humano
Os viciados carecem também do auxílio de outros seres humanos. A pessoa cujo comportamento sexual é normal pode provavelmente empregar as sugestões acima para desfazer a tentação de fantasiar a respeito do sexo oposto. Contudo, a pessoa cujo comportamento esteja fora de controle precisa do auxílio que é propiciado pelo programa de Doze Passos.

Afortunadamente, grupos de Sexaholics Anonimous (que se poderia traduzir por 'sexólicos anônimos') estão sendo estabelecidos na maioria das grandes cidades dos EUA e Canadá, e muitos estão disponíveis em áreas rurais também. Há duas vantagens em participar dos grupos de Doze Passos. Primeiro, todos os membros são profundamente comprometidos com a confidencialidade. Em segundo lugar, o viciado encontrará apoio e simpatia de outros que compartilham de seus problemas e passaram pela experiência de rompê-los.

Alguns viciados podem estar tão intoxicados que podem requerer terapia formal. Estes devem ir em busca de profissionais especializados e licenciados. Alguns talvez requeiram até internamento clínico. Um grupo de SA ou patrocinador de SA pode encaminhar o viciado a essas fontes de tratamento.

As igrejas cristãs podem ajudar abrindo suas portas para reuniões dos Doze Passos. Se várias igrejas numa cidade o fizessem, os viciados que temem assistir a uma reunião em sua própria igreja poderia atravessar a cidade para outra reunião onde se sentiriam mais à vontade. Os que temem que essas reuniões de recuperação não sejam espirituais se comprazerão em saber que elas possuem um forte componente espiritual.

As boas novas são que há uma saída para os viciados sexuais--sejam dependentes da pornografia internética ou aos muitos outros canais para comportamento sexual inapropriado que estão disponíveis em nossa sociedade. Requer o poder de Deus, o auxílio de outros seres humanos, e um comprometimento a esforço persistente e penoso da parte do viciado. Mas onde esses três elementos são combinados, a vitória é certa.

É isso que significa o evangelho!

_______
Gary Hopkins
D
iretor do Centro de Pesquisa para Prevenção e professor-associado de ciências comportamentais da Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, EUA. Transcrito de Signs of the Times, de setembro de 2002, págs. 8, 9 e 21.

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É PROIBIDO JULGAR?

Ainda recentemente participei de uma discussão no Facebook com vários de meus amigos onde uma moça aborreceu-se com alguns comentários feitos a um terceiro (não por mim, garanto!) e retirou-se zangada, dizendo que Jesus havia ensinado que não se devia julgar os outros.

Eu sei que existem situações em que julgar é realmente errado, mas aquela não era uma destas situações. A pessoa que estava sendo "julgada" tinha feito declarações e expressado suas opiniões e os outros simplesmente estavam avaliando e rejeitando as mesmas. A atitude da mocinha, que ficou sentida, ofendida e magoada, é infelizmente comum demais no meio evangélico moderno, onde as pessoas usam as famosas palavras de Jesus de maneira errada como argumento em favor de que devemos aceitar tudo o que os outros dizem e fazem, sem pronunciarmos qualquer juízo de valor que seja contrário.

Mas, foi isto mesmo que Jesus ensinou? A passagem toda vai assim:
"Não julgueis, para que não sejais julgados.
Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.
Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?
Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.
Não deis o que é santo aos cães Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem." (Mateus 7:1-6)

Alguns pontos ficam claros da passagem.

1) O que Jesus está proibindo é o julgamento hipócrita, que consiste em vermos os defeitos dos outros sem olharmos os nossos. O Senhor determina que primeiro nos examinemos e nos submetamos humildemente ao mesmo crivo que queremos usar para medir e avaliar o procedimento e as palavras dos outros. E que, então, removamos a trave do nosso olho,  isto é, que emendemos nossos caminhos e reformemos nossa conduta.

2) Em seguida, uma vez que enxerguemos com clareza, o próprio Senhor determina que tiremos o argueiro do olho do nosso irmão. O que ele quer evitar é que alguém quase cego com um tronco de árvore no olho tente tirar um cisco no olho de outro. Mas, uma vez que estejamos enxergando claramente, após termos removido o entrave da nossa compreensão e percepção, devemos proceder à remoção do cisco do olho de outrem.

3) Jesus faz ainda uma outra determinação no versículo final da passagem (verso 6) que só pode ser obedecida se de fato julgarmos. Pois, como poderemos evitar dar  nossas coisas preciosas aos cães e aos porcos sem primeiro chegarmos a uma conclusão sobre quem se enquadra nesta categoria? Visto que é evidente que Jesus se refere a pessoas que se comportam como porcos e cães, que não vêem qualquer valor no que temos de mais precioso, que são as coisas de Deus. Para que eu evite profanar as coisas de Deus preciso avaliar, analisar, examinar e decidir - ou seja, julgar - a vida, o comportamento e as declarações das pessoas ao meu redor.

Fica claro, então, que o Senhor nunca proibiu que julgássemos os outros, e sim que o fizéssemos de maneira hipócrita, maldosa e arrogante. Julgar faz parte essencial da vida cristã. Somos diariamente chamados a exercer o papel de juízes movidos por amor pelas pessoas e zelo pelas coisas de Deus.

Quem nunca julga contribui para que o erro se propague, para que as pessoas continuem no erro. São pessoas sem convicções. Elas se tornam coniventes e cúmplices das mentiras, heresias e atos imorais e anti-éticos dos que estão ao seu redor. Paulo disse a Timóteo, "A ninguém imponhas precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro" (1Tim 5:22). Não consigo imaginar de que maneira Timóteo poderia cumprir tal orientação sem exercer julgamento sobre outros.

Em resumo, julgar não é errado, cumpridas estas condições: a) que primeiro nos examinemos; b) que nos coloquemos sob o mesmo juízo e estejamos prontos para admitirmos que nós mesmos estamos sujeitos a errar, pecar e dizer bobagem; c) que nosso alvo seja ajudar os outros a acertar e consertar o que porventura fizeram ou disseram.
 
Por Augustus Nicodemus Lopes

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PAI NOSSO EM SETE LIÇÕES

         “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos induzas a tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!”. Mt 6:9-13.

Lição 1.

Para ter uma vida abençoada, é preciso santificar o nome de Deus (V.9). Nome simboliza o individuo, sua natureza seu ser e atributos. “Santificado seja o seu nome”. Precisamos levar uma vida pura de forma que o mundo veja a santidade do nosso pai em nossa vida. Jesus enquanto viveu aqui na terra nos deu o exemplo de pureza e dignidade. As escrituras nos garantem que ele honrou o pai, pois é o próprio pai que dá testemunho do seu filho.“E eis que uma voz do céus dizia: Este é o meu filho amado, em que me comprazo.” MT 3:17. Deus olhou do céu e disse: “A vida do meu filho me dá prazer”. Será que a nossa vida tem dado prazer ao nosso pai celestial? temos santificado o seu nome? Deus espera que como filhos o honramos, para que o seu nome seja glorificado através da nossa vida. “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que veja as vossas boas obras e glorifiquem a vosso pai, que está nos céus”. Mt 5:16.
 Assim como temos zelo pela reputação do nosso nome e não queremos que a nossa reputação seja manchada, pois envolve a nossa pessoa, ser, e caráter e não o nosso nome de batismo. Da mesma forma precisamos zelar pela reputação do nome de Deus.

Lição 2.

 Viver sob o governo de Deus (V.10). O termo reino é Basiléia no grego que significa: Soberania, poder real, domínio etc. Quando oramos “venha a nós o teu reino” estamos dizendo que aceitamos o domínio de Deus em nossos corações. Se o reino ou domínio de Deus estiver em nossos corações, sua palavra será obedecida. Existe um outro reino administrado pelo diabo e seus demônios e neste reino impera o ódio, opressão, sofrimento, doenças, miséria. Um reino de mentiras, engano, desgraças. Deus quer reinar em nossa vida. “Porque o reino de Deus não é comida e nem bebida, mais justiça, e paz, e alegria no Espírito santo”. Rm 14:7  Para Cristo reinar em seu coração é preciso aceita-lo como salvador, pois a partir deste momento Deus passa a habitar em você e governar a sua vida. A partir do momento que Deus começa a reinar você passa a desfrutar de uma vida feliz, não estou falando de religião mais de reino que Jesus veio implantar na terra. “Interrogados pelos fariseus sobre quando havia de vir o Reino de Deus, respondeu-lhes e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo ali! Porque eis que o reino de Deus esta entre vós”. Lc 17:20. Jesus ensinava ao povo sobre o reino, pois queria fazê-los participante dele. Jesus foi interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino divino. Eles achavam que se tratava de um reino material na terra. Mas Jesus lhes respondeu: “O reino de Deus está entre vós (MT 17:21) não se tratava de um reino visível mais invisível. Se você permitir que Deus governe a sua vida, você desfrutará diariamente de todos os privilégios que este reino tem para oferecer.

Lição 3.

 Fazer a vontade de Deus (V.10). Se o Reino ou domínio de Deus estiver presente em nossos corações, a vontade de Deus estará sempre em primeiro lugar. Jesus disse que a vontade de Deus deve ser feita na terra como é feita no céu. Deus não quer seus filhos façam a sua vontade por obrigação, mais em amor. A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita. “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Rm 12:1-3. O salmista David recebeu o titulo de o “homem segundo o coração de Deus” e também ser tornou o maior adorador da bíblia porque tinha prazer em fazer a vontade de Deus. “Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei.” Sl 40:8. Deus quer derramar suas bênçãos sobre todos aqueles que fazem a sua vontade.

Lição 4.

Reconhecer que depende de Deus (V.11). Quando Jesus nos ensinou a orar pedindo ao Deus pai o pão nosso de cada dia, estava afirmando o quanto dependemos de Deus, do seu cuidado e amor. “Confia os teus cuidados ao senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado”. Sl 55:22.
         “Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso pai celeste sabe que necessitais de todas elas”. MT 6:31, 32. “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”. I Pe 5:7. Quando nos entregamos aos cuidados de Deus, reconhecendo nossa dependência dele, ele proverá tudo o que necessitamos (Mt 6:25-34).

Lição 5.

         Perdoar para ser perdoado (V.12). “O perdão é um catalisador que cria ambiência necessária para uma nova partida, para um reinicio”. (Martim L. King).

O perdão é o método pelo qual Deus opera. Perdão na língua grega tem três palavras:
         1. APHIEMI- significa ser redimido da punição que lhe era devida; completa remoção da ofensa.
         2. APHESIS- significa exoneração, liberação.
        3. APOLUO- significa ser solto, ir embora, não prender, não reter.

A duas situações a qual devemos perdoar:
         5.1- Quando estivermos na condição de ofensor- MT 5:23.
         5.2- Quando estivermos na condição de ofendido- Lc 17:3, 4.

 A grande lei do perdão: “perdoai e sereis perdoado” em outras palavras, á medida que você solta o outro, você é solto. A medida que você prende o outro, você e preso também, e as bênçãos de Deus são retidas. Jesus ensinou que não a limites para a ação perdoadora. “Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe”. Na minha trajetória de vida cristã tenho conversado e ajudado pessoas que tem dificuldade para perdoar, até tentam, mas não conseguem. Tenho visto e conversado com pessoas ressentidas e profundamente magoadas; o filho (a) que não consegue perdoar o pai ou a mãe e vice-versa; o marido que não consegue perdoar a esposa e vice-versa. Dentro das nossas igrejas tenho visto pessoas que não conseguem perdoar as faltas do próximo (Sl 133).
         “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso pai celeste vos perdoará. Se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso pai vos perdoará”. MT 6:14, 15. Jesus contou a parábola do credor incompassivo para nos ensinar o valor do perdão. Um servo devia ao rei dez mil talentos e teve a sua divida perdoada, mas não perdoou a dívida do seu conservo, que lhe devia uma pequena quantia de cem denários. Quando o rei descobriu, ficou furioso e mandou castigar o servo mal (MT 18:23-35).  “Assim também meu pai celeste vos fará, se do intimo não perdoardes cada um a seu irmão”. Mt 18:35.  “O fraco jamais perdoa, o perdão é característica do forte”. (Mahatma Gandhi).  Se não queremos perdoar a falta do próximo, também não deveríamos pecar.

Lição 6.

         Resista à tentação (V.1). A tentação certamente virá para nos por a prova, e testar nossa fidelidade a Deus. Jamais podemos brincar com a tentação, mas devemos orar como Jesus ensinou para não sermos levados ao poder devastador da tentação. A bíblia nos adverte que a missão do Diabo é matar, roubar, e destruir (Jo 10:10) ele coloca a isca para nos atrair como um pescador ou um caçador a sua presa, e depois nos destruir. “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar”. I Pe 5:8. “Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então a cobiça, depois de haver concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte”. Tg 1:14, 15.
   “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”. I Co 10:13. Não estamos imunes a tentação, mais se estivermos em Cristo, e se a sua palavra estiver em nosso coração (Sl 119:11) triunfaremos, e o nome do senhor nosso Deus será glorificado.

Lição 7.

         Fugir do mal (V.13). Sabemos que o mal é orquestrado por Satanás o nosso adversário. Temos que orar pedindo a Deus discernimento espiritual para que o mal possa ser identificado. Fuja da inveja, mentira, fofoca, prostituição, orgulho e amizades que podem nos destruir, entre outras coisas. “Abstende-vos de toda forma de mal”. I Ts 5:22. Se estivermos no esconderijo do altíssimo (Sl 91) seremos cobertos pela sombra protetora do onipotente Deus, e nenhum mal chegará a nossa vida.

Autor: Pr. Marcos Martins

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PRINCÍPIOS PARA UM NAMORO CRISTÃO

Por: Pr. Cleverson de Abreu Faria

O namoro cristão é uma preparação. Um período extremamente importante na vida de dois jovens cristãos e de muitas responsabilidades. Representa um período de transição entre dois jovens ou adultos, um homem e uma mulher, crentes no Senhor Jesus Cristo, sendo que ambos devem ter um bom nível de maturidade. Ambos mantém um bom ritmo de comunicação, sendo através deste relacionamento orientados e preparados por Deus para um futuro casamento. Namoro cristão deve sempre visar o casamento. Um namoro que não tem como alvo um futuro casamento, sequer deve ser iniciado.

Embora o desejo seja que ambos se tornem íntimos em seu relacionamento, isso não quer dizer liberdade no aspecto físico e muito menos liberdade sexual entre o casal de namorados. A relação sexual está destinada a ser desfrutada apenas entre pessoas devidamente casadas (Hebreus 13.4; Gênesis 2.24; Cantares de Salomão 4.12; 1Tessalonicenses 4.3-5; Colossenses 3.5-6; 1Coríntios 6.15-20; 1Timóteo 5.22; 2Timóteo 2.22).

Este é um período de conhecimento mútuo, conhecimento da alma, do coração, nunca do físico um do outro. O aspecto físico está destinado para depois do casamento. Portanto, exige disciplina própria, vigilância constante. É um tempo onde se obtém oportunidade de duas personalidades diferentes se harmonizarem, conhecerem um ao outro. Comunhão espiritual é fator primordial. Lembre-se que quanto mais próximo cada um estiver de Deus, mais próximo estarão um do outro. Este período também serve para confirmar a perfeita vontade de Deus para a vida de ambos.

O padrão de Deus para um namoro bem sucedido é este:

1) Espiritual – forte. Deus em primeiro lugar, nunca seu namorado (a).

2) Vontade, emoções e mente dentro do plano de Deus.

3) Corpo (físico) – sob controle.

Quando um namoro está fora do padrão de Deus, o que acontece é justamente o contrário:

1) Espiritual – fraco. A sensibilidade espiritual está cauterizada.

2) Emoções, vontade e mente – descontrolada.

3) Físico – sensual.

Portanto, fora do padrão de Deus ocorre que o lado espiritual fica cauterizado; a mente, a vontade e as emoções raciocinam de forma sensual e o físico fica corrupto.

Uma pergunta séria a se pensar: A vontade de Deus é mais importante que o seu namoro?



Como Começar um Namoro Cristão?


Alguns aspectos são importantes para um começo no namoro cristão. Geralmente não sou de estabelecer uma idade certa para alguém namorar. Antigamente isso era o costume, hoje com o decorrer dos tempos e uma mudança na cultura não se faz mais tal coisa. Porém, ainda assim, existem pais que estabelecem uma determinada idade para que seus filhos venham a poder namorar. Eu creio que isso é benéfico e sábio por parte dos pais, mas não uma exigência. Vejamos alguns requisitos importantes para se começar um namoro:

Salvação. Ambos os jovens ou adultos devem ser verdadeiramente salvos, ou seja, ambos já devem ter aceitado a Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador pessoal (João 3.16; Lucas 19.10; Romanos 10.9-10).

Maturidade física e Espiritual. Não devem ser crianças, pois maturidade é importante e essencial no relacionamento entre duas pessoas (Efésios 4.13; 1Coríntios 14.20).

Comunhão com Deus. Primeiramente Deus deve estar sendo uma fonte de luz em sua vida, uma fonte de vigor espiritual. Se não tiver comunhão com Deus, nunca será abençoado em qualquer tipo de relacionamento (1João 1.6-7).

O rapaz inicia. Em nosso tempo moderno é "comum" uma moça querer iniciar um namoro. Mas isso fere o princípio bíblico. Mesmo num namoro, o rapaz é o líder, é ele quem deve iniciar, é ele quem deve pedir à moça para namorar.

Permissão dos pais. Ambos os pais dos pretendentes devem estar de acordo com o namoro. Isso demonstra confiança e honra dos filhos para com seus pais. Um namoro onde os pais não apóiam, geralmente resulta em muitas dificuldades. Isso não significa que os pais são a autoridade final no namoro, significa que estão querendo a bênção paterna para o relacionamento.

Apoio do seu pastor. Isso é importante e muitas vezes negligenciado pelos cristãos. O pastor de ambos deve apoiar e dar sua bênção. Pode ser que pastor veja coisas que eles não estão vendo e por isso é importante receber o apoio, o conselho deste servo de Deus.

Comunicação e visitas. Deve-se procurar estabelecer um determinado ritmo nas visitas por parte do rapaz à casa da moça. É claro que não todos os dias. Estabelecer uma boa comunicação entre ambos.

Confiança dos pais. No decorrer do namoro, deve procurar ganhar e manter a confiança dos pais. Verificar como é a relação entre a pessoa e seus pais. Procurar ser sensível para qualquer mudança.



Como Continuar um Namoro Cristão?


O interesse deve estar voltado para a personalidade da pessoa, a parte imaterial. É importante que isso esteja bem claro na mente dos namorados.

O interesse deve ser estabelecido na parte espiritual da pessoa, não em seu corpo físico, não no dinheiro que o outro tem, não no carro, na casa, na popularidade, na beleza, etc. A parte espiritual é a mais importante sobre todas. Mais uma vez: quanto mais próximos estiverem de Deus, mais próximos estarão um do outro. O contrário também é verdadeiro: quanto mais longe estiverem de Deus, mais longe ficarão um do outro.

Reconheça que cada cristão é chamado de propriedade particular, pessoal, peculiar de Deus (1Pedro 2.9). O namorado que não respeita tal fato está desrespeito os princípios de Deus e desrespeitando o próprio Deus, bem como a pessoa, a família dela, a Palavra de Deus e o futuro casamento.

Evitar contato físico exagerado. Todo namorado gosta de receber um carinho, beijos e abraços. Porém, deve-se parar por aqui. Procure a todo custo evitar continuar os avanços físicos, como tocar em outras partes do corpo da moça, por exemplo. Isso pode provocar desejos sexuais que não pode ser satisfeito devidamente antes do casamento (1Tessalonicenses 4.3-8; 1Coríntios 7).

Existem condições onde a frequência de visitas deve ser limitada. Isso exige paciência por parte de ambos. Algumas vezes a saúde, doença, serviço militar, estudos, trabalhos, deveres pessoais impedem que estejam juntos. Sejam pacientes nessas horas.

Cautela com o modo de vestir, cautela em sua conversa, cautela em seu comportamento e mesmo nos gestos. Lembre-se de semear um ambiente agradável em que vale a pena estarem juntos.

Evitar ficar sozinhos em ambientes fechados e por muito tempo. Procure estar em atividades com outros jovens, ou seja, procure envolver seus amigos em suas atividades.



Qual o Perigo de Acariciar?


Mata a espiritualidade de ambos os namorados.

Pode fazer com que fiquem cegos para os valores verdadeiros, as virtudes de cada um.

Pode fazer com que abaixem os padrões da moralidade.

Pode conduzir para a realização do ato sexual não permitido por Deus antes do casamento.

Pode conduzir para depravação, destituição da dignidade.

Pode conduzir para o desenvolvimento de um desejo de satisfação não natural.

Pode causar frustração e nervosidade.

Pode conduzir para um casamento errado, com a pessoa errada.

Pode conduzir para contrair doenças.

Pode conduzir ao desrespeito mútuo.



Conselhos Práticos


Nunca case com alguém que não seja cristão (2Coríntios 6.14-18; Amós 3.3).

Ore para a escolha de Deus (Salmo 37.5; Provérbios 3.6).

Evite casar sob pressão (Romanos 12.1-2). Não case pensando que sua vida se endireitará depois do casamento. Não case com alguém pelo qual não tenha respeito.

Não case cedo demais ou de repente (Tiago 1.4-5). Procure ver sua relação com Deus, os hábitos da pessoa, os pais, o modo de vida.

Não case tendo uma perspectiva errada do sexo (Gálatas 5.16-25). Alguns casam para desfrutar do sexo, mas casamento não é apenas sexo, muito mais está envolvido.

Casamento é para sempre, ou seja, "até que a morte os separe" (Gênesis 2.24; Romanos 7.1-3; Mateus 19.6).

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TEMER A DEUS: MEDO?

"...Temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo." Mt 10.28b


A expressão: "temer a Deus"; ouve-se com grande freqüência nas igrejas. Pastores e Professores de Escola Dominical estão sempre fazendo referência. Mas infelizmente, muitos não conseguem compreender verdadeiramente o que ela quer dizer.

Quando se ouve a palavra "temer" de imediato a associamos a: Medo ou Receio. A nossa idéia é que devemos ter receio (medo) de Deus.

No entanto, este é um enfoque errado para a palavra "temer". Quando a Bíblia em algumas dezenas de texto, refere-se, a Temor a Deus. Não está afirmando literalmente que o homem deve estar com medo e cheio de receio em relação a Ele. Mas, que deve haver um "sentimento" de reverência e respeito ao Senhor.

"Temer a Deus" é, portanto, reverenciar ou respeitar ao Criador.

E este sentimento de Reverência e Respeito é uma prática que deve ser desenvolvida pelos Servos do Senhor. Todos aqueles que querem viver uma vida santa e irrepreensível deve observá-las, esta é uma ordem.
Veja:

"Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis." Dt 13.4;
"vós que temeis o SENHOR, louvai-o; glorificai-o, vós todos, descendência de Jacó; reverenciai-o, vós todos, posteridade de Israel" Sl 22.23;
"De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem." Ec 12.13 e
"Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei." 1Pe 2.17
.

É extremamente importante na vida do Santo, verdadeiramente, indispensável.

A Bíblia apresenta uma série de texto que versa sobre o tema. Inclusive Salomão de forma didática ensina em Provérbios como deve ser o proceder do homem para conhecer o significado de temer a Deus e ainda, como alcançá-la. Pv 2.3-5 ("e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.")

Deus é o autor deste sentimento e Ele mesmo colocou nos corações dos seus escolhidos ("Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim." Jr 32.39,40), é uma prática que deve ser desenvolvida no dia-a-dia. Jamais se deve esquecer que a Ele seja o temor. ("Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto." Is 8.13)

Temer, reverenciar ou respeitar ao Senhor implica inicialmente em odiar o mal ("O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço." Pv 8.13). É virar-se contra o pecado, deixando nascer dentro do coração uma sensibilidade ao Espírito Santo, grande o suficiente para dizer não aos apelos da carne e à voz do maligno.

O Temor ao Senhor é descrito como:

a) Sabedoria:

"O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre." (Sl 111.10);
b) Esperança:
"Melhor é o pouco, havendo o temor do SENHOR, do que grande tesouro onde há inquietação." (Pv 15.16);
c) Tesouro:
"Haverá, ó Sião, estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; o temor do SENHOR será o teu tesouro." (Is 33.6);
Fonte de Vida (Pv 14.27);
d) Eterno:
"O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos." (Sl 19.9);
e) Necessária no Servir:
"Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor." (Hb 12.28, 29)

Deve-se cultivar o temor a Deus, por diversos motivos, veja alguns:

a) Devido à Santidade

"Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos." (Ap 15.4);
b) Sua Grandiosidade e Poder
"Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti? Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma," (Dt 10.12);
c) Pelo Perdão
"Contigo, porém, está o perdão, para que te temam." (Sl 130.4);
d) Obras Extraordinárias
"Porque o SENHOR, vosso Deus, fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o SENHOR, vosso Deus, fez ao mar Vermelho, ao qual secou perante nós, até que passamos. Para que todos os povos da terra conheçam que a mão do SENHOR é forte, a fim de que temais ao SENHOR, vosso Deus, todos os dias." (Js 4.23,24);
e) O Juízo
"dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." (Ap 14.7);
f) Bondade
"Tão somente, pois, temei ao SENHOR e servi-o fielmente de todo o vosso coração; pois vede quão grandiosas coisas vos fez." (1Sm 12.24);
g) Comum aos Santos
"Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros; o SENHOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome." (Ml 3.16);
h) Uma Alegria
"Servi ao SENHOR com temor e alegrai-vos nele com tremor." (Sl 2.11).

Sem temor, é impossível:

a) Adorar a Deus

"Porém eu, pela riqueza da tua misericórdia, entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor." (Sl 5.7;)
"Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam." (Sl 89.7);
b) Servir
"Servi ao SENHOR com temor e alegrai-vos nele com tremor." (Sl 2.11)
"Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor." (Hb 12.28,29);
c) Evitar o Pecado
"Respondeu Moisés ao povo: Não temais; Deus veio para vos provar e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis." (Ex 20.20)
d) Crescer na Santidade
"Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus." (2Co 7.1);

O temor a Deus é tão necessário quanto alimentar-se e o vestir-se!

Quando se toma posse desta realidade e a exercita continuamente, é possível vencer o mal, as tentações e contemplar a glória do Pai.

O homem temente a Deus é:

a) Agradável a Deus

"Agrada-se o SENHOR dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia." (Sl 147.11);
b) Tem Sua Compaixão
"Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem... Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem... Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos," (Sl 103.11,13,17)
"A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem." (Lc 1.50)
c) Aceito
"aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável." (At 10.35);
d) Abençoado
"Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR e se compraz nos seus mandamentos." (Sl 112.1)
"Ele abençoa os que temem o SENHOR, tanto pequenos como grandes." (Sl 115.13);
e) Confiante
"Confiam no SENHOR os que temem o SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo." (Sl 115.11)
"No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos." (Pv 14.26);
f) Inimigo do Mal
"Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal." (Pv 16.6);
g) Agradável no Falar
"Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros; o SENHOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome." (Ml 3.16);
h) Corajoso
"Não chameis conjuração a tudo quanto este povo chama conjuração; não temais o que ele teme, nem tomeis isso por temível. Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto." (Is 8.12,13);
i) Dias Prolongados
"O temor do SENHOR prolonga os dias da vida, mas os anos dos perversos serão abreviados." (Pv 10.27).

Quem não possui o Temor a Deus em sua vida e foi despertado para esta necessidade de tê-lo deve buscá-lo, orando diante do trono de Deus e receberá.

"Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome." Sl 86.11

O Temor é uma qualidade visível e contínua na vida:

"Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor." Cl 3.22;
"santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós," 1Pe 3.15;
"E, perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu cereal, do teu vinho, do teu azeite e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer o SENHOR, teu Deus, todos os dias." Dt 14.23;
"Porque o SENHOR, vosso Deus, fez secar as águas do Jordão diante de vós, até que passásseis, como o SENHOR, vosso Deus, fez ao mar Vermelho, ao qual secou perante nós, até que passamos." Js 4.23;
"Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia." Pv 23.17

É preciso alertar e ensinar aos que não o possui. veja: Sl 34.11

Os ímpios são destituídos do Temor a Deus:

Os ímpios estão destituídos deste sentimento! Pois para possuí-lo é indispensável conhecer a Deus e observar seus princípios.
"Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos." Sl 36.1;
"Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR;" Pv 1.29;
"A tua malícia te castigará, e as tuas infidelidades te repreenderão; sabe, pois, e vê que mau e quão amargo é deixares o SENHOR, teu Deus, e não teres temor de mim, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos." Jr 2.19;
"Não há temor de Deus diante de seus olhos." Rm 3.18

Homens que foram tementes a Deus:

Nas Páginas Sagradas encontra-se exemplos de homens preciosos que viveram em temor, e foram grandiosamente recompensados pelo Senhor. Por exemplo:
a) Abraão
"Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho." (Gn 22.12);
b) José
"Ele não é maior do que eu nesta casa e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher; como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?" (Gn 39.9);
c) Obadias
"Poderá ser que, apartando-me eu de ti, o Espírito do SENHOR te leve não sei para onde, e, vindo eu a dar as novas a Acabe, e não te achando ele, me matará; eu, contudo, teu servo, temo ao SENHOR desde a minha mocidade." (1Rs 18.12);
d) Neemias
"Mas os primeiros governadores, que foram antes de mim, oprimiram o povo e lhe tomaram pão e vinho, além de quarenta siclos de prata; até os seus moços dominavam sobre o povo, porém eu assim não fiz, por causa do temor de Deus." (Ne 5.15);
e) Jó
"Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal...Perguntou ainda o SENHOR a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal." (Jó 1.1,8);
f) Cornélio
"piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus." (At 10.2)
g) Noé
"Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé." (Hb 11.7)

entre muitos outros, tais como: Elias, Davi, Discípulos, Paulo, etc.

Não pode-se viver o evangelho pela metade, é preciso vivê-lo na totalidade. Seja temente, Reverencie e Respeite ao Pai.

"Não que eu o tenha já recebido, ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus." Fp 3.12



Elias R. de Oliveira

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PACIÊNCIA

Em um mundo em que a grande maioria se prostra diante do altar da gratificação instantânea, a paciência parece ser uma virtude à beira de extinção. Temos restaurantes "fast-food", porque não queremos esperar que nossa comida seja cozida. Nas nossas casas, fornos de microondas nos apresentam refeições prontas em minutos, até mesmo segundos. Quando não podemos encontrar nossos contatos de negócios em seus escritórios, digitamos o número de seus telefones celulares, porque não queremos esperar até que respondam nossos recados. Ficarmos retidos no tráfego lento e pesado deixa nossos nervos em frangalhos e despertam nosso temperamento, porque temos pressa, estamos impacientes para chegar – seja qual for nosso destino. Nos dias atuais, raramente alguém permanece na mesma empresa por mais de dois ou três anos.

Diferentemente das pessoas nas décadas passadas, que trabalhavam longa e fielmente em busca de uma eventual promoção, a maioria salta de um emprego para outro, para poder avançar na carreira, de acordo com suas próprias condições e no seu próprio ritmo. Sim, paciência se tornou uma arte do passado, mas que talvez valha a pena resgatar. Assim como Roma não foi construída num só dia, vidas e carreiras realizadoras e de sucesso não podem ser forjadas por meio de ações acidentais, apressadas ou mesmo impulsivas. Por difícil que possa ser numa era em que o limite da atenção raramente ultrapassa uns poucos minutos (freqüentemente desaparecendo em poucos segundos), há algo para ser dito sobre a admoestação da Bíblia que diz: "Descanse no Senhor e aguarde por Ele com paciência" (Salmos 37.7). Você pode querer debater: "Ser paciente? Descansar? Você está brincando! Eu tenho que ir a diversos lugares, tenho coisas a fazer. Tanto por fazer – e tão pouco tempo. Estou impaciente demais para praticar a paciência!" Se é isso que você está pensando, é compreensível. Mas, por favor, por apenas uns momentos, considere alguns dos princípios que o livro de Provérbios tem a oferecer sobre este tema.

Paciência nos ajuda a atingirmos nossos objetivos

Às vezes, a atitude do tipo "Eu preciso ter isso – e preciso tê-lo imediatamente", produz o efeito contrário, arruinando oportunidades de se atingir a meta desejada. Mas sendo paciente, adotando uma visão de longo prazo, podemos reunir poderes de persuasão para ver importantes decisões mudarem, e até mesmo construírem os suportes para os resultados desejados. "Com muita paciência pode-se convencer a autoridade, e a língua branda quebra até ossos" (Provérbios 25.15).

Paciência subjuga a ira improdutiva

Quando as coisas não vão do modo como gostaríamos é fácil nos irarmos e reagirmos motivados pela frustração. Contudo, permanecendo calmos e sob controle, podemos evitar causar danos desnecessários em relacionamentos, ou em nossas causas preferidas. Se formos pacientes, poderemos ver as circunstâncias mudarem drasticamente e obtermos resultados muito melhores do que aqueles que esperávamos. "Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade." (Provérbios 16.32).

Paciência extingue o fogo da disputa

Quando alguém chega até nós com raiva, isto geralmente dispara dentro de nós o gatilho instintivo de "lutar ou fugir". Tentar vencer a raiva com mais raiva é o mesmo que tentar apagar fogo com fogo. É muito melhor – e geralmente mais eficaz – responder a uma confrontação irada com paciência, cuidadosamente ouvindo o problema que está sendo expresso e buscando uma resolução de maneira calma e racional. Do contrário, um pequeno aborrecimento pode rapidamente se transformar numa guerra total. "O homem irritável provoca a dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão" (Provérbios 15.18) Mas cuidado! Não ore pedindo paciência, porque o melhor e mais eficiente meio de se adquirir paciência é descobrir-se sendo forçado a lidar com situações em que não se tem outra alternativa, se não ser paciente!


Robert J. Tamasy

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ÍNTEGRA DO PL 122

Íntegra do PL 122

(Nº 5.003/2001, Na Câmara dos Deputados)

Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.849, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, e ao art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências.

O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Esta Lei altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, e a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, definindo os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.

Art. 2º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação: "Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero."

Art. 3º o caput do art. 1º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero."

Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A:
"Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos."

Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos."

"Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. Parágrafo único. (Revogado) "

"Art. 7º Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou similares: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos."

Art. 6º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 7º-A:

"Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."

Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:
"Art. 8º-A Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."
"Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos."

Art. 8º - Os arts. 16 e 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 16. Constituem efeito da condenação:
I - a perda do cargo ou função pública,para o servidor público;
II - inabilitação para contratos com órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional;
III - proibição de acesso a créditos concedidos pelo Poder Público e suas instituições financeiras ou a programas de incentivo ao desenvolvimento por estes instituídos ou mantidos;
IV - vedação de isenções, remissões, anistias ou quaisquer benefícios de natureza tributária;
V - multa de até 10.000 (dez mil) UFIR, podendo ser multiplicada em até 10 (dez) vezes em caso de reincidência, levando-se em conta a capacidade financeira do infrator;
VI - suspensão do funcionamento dos estabelecimentos por prazo não superior a 3 (três) meses.
§ 1º Os recursos provenientes das multas estabelecidas por esta Lei serão destinados para campanhas educativas contra a discriminação.
§ 2º Quando o ato ilícito for praticado por contratado, concessionário, permissionário da administração pública, além das responsabilidades individuais, será acrescida a pena de rescisão do instrumento contratual, do convênio ou da permissão.
§ 3º Em qualquer caso, o prazo de inabilitação será de 12 (doze) meses contados da data da aplicação da sanção.
§ 4º As informações cadastrais e as referências invocadas como justificadoras da discriminação serão sempre acessíveis a todos aqueles que se sujeitarem a processo seletivo, no que se refere à sua participação." (NR)

"Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica."

Art. 9º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 20-A e 20-B:
"Art. 20-A. A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta Lei será apurada em processo administrativo e penal, que terá início mediante:
I - reclamação do ofendido ou ofendida;
II - ato ou ofício de autoridade competente;
III - comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos."
"Art. 20-B. A interpretação dos dispositivos desta Lei e de todos os instrumentos normativos de proteção dos direitos de igualdade, de oportunidade e de tratamento atenderá ao princípio da mais ampla proteção dos direitos humanos.
§ 1º Nesse intuito, serão observadas, além dos princípios e direitos previstos nesta Lei, todas as disposições decorrentes de tratados ou convenções internacionais das quais o Brasil seja signatário, da legislação interna e das disposições administrativas.
§ 2º Para fins de interpretação e aplicação desta Lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil."

Art. 10. O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.649, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 140.
§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa."

Art. 11. O art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único:
"Art. 5º Parágrafo único. Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do caput do art. 7º da Constituição Federal."

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.




Por Reinaldo Azevedo

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TESTE DE PERSONALIDADE

Teste de Personalidade: Quem é você?

Responda as perguntas abaixo e descubra quais são os seus níveis de extroversão, neuroticismo, consciência, afabilidade e abertura à experiência

Desenvolvimento: Tadeu Rocha. Ilustração: Tadeu Correa. Colaboração: Kleyson Barbosa. Inspirado nos testes do site Signal Patterns (www.signalpatterns.com)


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A ORAÇÃO EFICAZ

"Elias subiu ao cume do Carmelo, e se inclinou por terra, e meteu o seu rosto entre os seus joelhos. E disse ao seu moço: Sobe agora e olha para a banda do mar. E subiu, e olhou, e disse: Não há nada. Então, disse ele: Torna lá sete vezes. E sucedeu que, à sétima vez, disse: Eis aqui uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar. Então, disse ele: Sobe e dize a Acabe: Aparelha o teu carro e desce, para que a chuva te não apanhe. E sucedeu que, entretanto, os céus se enegreceram com nuvens e vento, e veio uma grande chuva; e Acabe subiu ao carro e foi para Jezreel". 1Rs 18.42b-45

A oração é uma comunicação multifacetada entre os crentes e o Senhor. Além de palavras como "oração" e "orar", essa atividade é descrita como invocar a Deus (Sl 17.6). Invocar o nome do Senhor (Gn 4.26), clamar ao Senhor (Sl3.4), levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1), buscar ao Senhor (Is 55.6), aproximar-se do trono da graça com confiança (Hb 4.16) e chegar perto de Deus (Hb 10.22).

MOTIVOS PARA A ORAÇÃO

A Bíblia apresenta motivos claros para o povo de Deus orar.

1) Antes de tudo, Deus ordena que o crente ore. O mandamento para orarmos vem através dos salmistas (1Cr 16.11; Sl 105.4), dos profetas (Is 55.6; Am 5.4,6), dos apóstolos (Ef 6.17,18; Cl 4.2; 1Ts 5.17) e do próprio Senhor Jesus (Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24). Deus aspira a comunhão conosco; mediante a oração, mantemos o nosso relacionamento com Ele.

2) A oração é o elo de ligação que carecemos para recebermos as bênçãos de Deus, o seu poder e o cumprimento das suas promessas. Numerosas passagens bíblicas ilustram esse princípio. Jesus, por exemplo, prometeu aos seus seguidores que receberiam o Espírito Santo se perseverassem em pedir, buscar e bater à porta do seu Pai celestial (Lc 11.5-13). Por isso, depois da ascensão de Jesus, seus seguidores reunidos permaneceram em constante oração no cenáculo (At 1.14) até o Espírito Santo ser derramado com poder (At 1.8) no dia de Pentecostes (At 2.1-4). Quando os apóstolos se reuniram após serem libertos da prisão pelas autoridades judaicas, oraram fervorosamente para o Espírito Santo lhes conceder ousadia e autoridade divina para falarem a palavra dEle. "E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus" (At 4.31). O apóstolo Paulo freqüentemente pedia oração em seu próprio favor, sabendo que a sua obra não prosperaria se os crentes não orassem por ele (Rm 15.30-32; 2Co 1.11; Ef 6.18, 20; Fp 1.19; Cl 4.3,4). Tiago declara inequivocamente que o crente pode receber a cura física em resposta à "oração da fé" (Tg 5.14,15).

3) Deus, no seu plano de salvação da humanidade, estabeleceu que os crentes sejam seus cooperadores no processo da redenção. Em certo sentido, Deus se limita às orações santas, de fé e incessantes do seu povo. Muitas coisas não serão realizadas no reino de Deus se não houver oração intercessória dos crentes (ver Êx 33.11). Por exemplo: Deus quer enviar obreiros para evangelizar. Cristo ensina que tal obra não será levada a efeito dentro da plenitude do propósito de Deus sem as orações do seu povo: "Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara" (Mt 9.38). Noutras palavras, o poder de Deus para cumprir muitos dos seus propósitos é liberado somente através das orações contritas do seu povo em favor do seu reino. Se não orarmos, poderemos até mesmo estorvar a execução do propósito divino da redenção, tanto para nós mesmos, como indivíduos, quanto para a igreja coletivamente.

REQUISITOS DA ORAÇÃO EFICAZ

Nossa oração para ser eficaz precisa satisfazer certos requisitos.

1) Nossas orações não serão atendidas se não tivermos fé genuína, verdadeira. Jesus declarou abertamente: "Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis" (Mc 11.24). Ao pai de um menino endemoninhado, Ele falou assim: "Tudo é possível ao que crê" (Mc 9.23). O autor de Hebreus admoesta-nos assim: "Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé" (Hb 10.22), e Tiago encoraja-nos a pedir com fé, não duvidando (Tg 1.6; cf. 5.15).

2) Além disso, a oração deve ser feita em nome de Jesus. O próprio Jesus expressou esse princípio ao dizer: "E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei" (Jo 14.13,14). Nossas orações devem ser feitas em harmonia com a pessoa, caráter e vontade de nosso Senhor (ver Jo 14.13).

3) A oração só poderá ser eficaz se feita segundo a perfeita vontade de Deus. "E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve" (1Jo 5.14). Uma das petições da oração modelo de Jesus, o Pai Nosso, confirma esse fato: "Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu" (Mt 6.10; Lc 11.2; note a oração do próprio Jesus no Getsêmani, Mt 26.42). Em muitos casos, sabemos qual é a vontade de Deus, porque Ele no-la revelou na Bíblia. Podemos ter certeza que será eficaz toda oração realmente baseada nas promessas de Deus constantes da sua Palavra. Elias tinha certeza de que o Deus de Israel atenderia a sua oração por meio do fogo e, posteriormente, da chuva, porque recebera a palavra profética do Senhor (18.1) e estava plenamente seguro de que nenhum deus pagão era maior do que o Senhor Deus de Israel, nem mais poderoso (18.21-24).

4) Não somente devemos orar segundo a vontade de Deus, mas também devemos estar dentro da vontade de Deus, para que Ele nos ouça e atenda. Deus nos dará as coisas que pedimos, somente se buscarmos em primeiro lugar o seu reino e sua justiça (ver Mt 6.33). O apóstolo João declara que "qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é agradável à sua vista" (1Jo 3.22). Obedecer aos mandamentos de Deus, amá-lo e agradá-lo são condições prévias indispensáveis para termos resposta às orações. Tiago ao escrever que a oração do justo é eficaz, refere-se tanto à pessoa que foi justificada pela fé em Cristo, quanto à pessoa que está a viver uma vida reta, obediente e temente a Deus — tal qual o profeta Elias (Tg 5.16-18; Sl 34.13,14). O AT acentua este mesmo ensino. Deus tornou claro que as orações de Moisés pelos israelitas eram eficazes por causa do seu relacionamento obediente com o Senhor e da sua lealdade a Ele (ver Êx 33.17). Por outro lado, o salmista declara que se abrigarmos o pecado em nossa vida, o Senhor não atenderá as nossas orações (Sl 66.18; ver Tg 4.5 nota). Eis a razão principal por que o Senhor não atendia as orações dos israelitas idólatras e ímpios (Is 1.15). Mas se o povo de Deus arrepender-se e voltar-se dos seus caminhos ímpios, o Senhor promete voltar a atendê-lo, perdoar seus pecados e sarar a sua terra (2Cr 7.14; cf. 6.36-39; Lc 18.14). Note que a oração do sumo sacerdote pelo perdão dos pecados dos israelitas no Dia da Expiação não seria atendida se antes o seu próprio estado pecaminoso não fosse purificado (ver Êx 26.33).

5) Finalmente, para uma oração eficaz, precisamos ser perseverantes. É essa a lição principal da parábola da viúva importuna (Lc 18.1-7; ver 18.1). A instrução de Jesus: "Pedi... buscai... batei", ensina a perseverança na oração (ver Mt 7.7,8). O apóstolo Paulo também nos exorta à perseverança na oração (Cl 4.2 nota; 1Ts 5.17). Os santos do AT também reconheciam esse princípio. Por exemplo, foi somente enquanto Moisés perseverava em oração com suas mãos erguidas a Deus, que os israelitas venciam na batalha contra os amalequitas (ver Êx 17.11). Depois de Elias receber a palavra profética de que ia chover, ele continuou em oração até a chuva começar a cair (Ex 18.41-45). Numa ocasião anterior, esse grande profeta orou com insistência e fervor, para Deus devolver a vida ao filho morto da viúva de Sarepta, até que sua oração foi atendida (Ex 17.17-23).

PRINCÍPIOS E MÉTODOS BÍBLICOS DA ORAÇÃO EFICAZ

1) Quais são os princípios da oração eficaz?

a) Para orarmos com eficácia, devemos louvar e adorar a Deus com sinceridade (Sl 150; At 2.47; Rm 15.11).
b) Intimamente ligada ao louvor, e de igual importância, vem a ação de graças a Deus (Sl 100.4; Mt 11.25,26; Fp 4.6).
c) A confissão sincera de pecados conhecidos é vital à oração da fé (Tg 5.15,16; Sl 51; Lc 18.13; 1Jo 1.9).
d) Deus também nos ensina a pedir de acordo com as nossas necessidades, segundo está escrito em Tiago: deixamos de receber as coisas de que precisamos, ou porque não pedimos, ou porque pedimos com motivos injustos (Tg 4.2,3; Sl 27.7-12; Mt 7.7-11; Fp 4.6).
e) Devemos orar de coração pelos outros, especialmente oração intercessória (Nm 14.13-19; Sl 122.6-9; Lc 22.31,32; 23.34).

2) Como devemos orar?

Jesus acentua a sinceridade do nosso coração, pois não somos atendidos na oração simplesmente pelo nosso falar de modo vazio (Mt 6.7). Podemos orar em silêncio (1Sm 1.13) ou em voz alta (Ne 9.4; Ez 11.13). Podemos orar com nossas próprias palavras, ou usando palavras diretas das Escrituras. Podemos orar com a nossa mente, ou podemos orar através do Espírito (i.e., em línguas, 1Co 14.14-18). Podemos até mesmo orar através de gemidos, i.e., sem usar qualquer palavra humana (Rm 8.26), sabendo que o Espírito levará a Deus esses pedidos inaudíveis. Ainda outro método de orar é cantar ao Senhor (Sl 92.1,2; Ef 5.19,20; Cl 3.16). A oração profunda ao Senhor será, às vezes, acompanhada de jejum (Ed 8.21; Ne 1.4; Dn 9.3,4; Lc 2.37; At 14.23; ver Mt 6.16).

3) Qual a posição apropriada, do corpo, na oração?

A Bíblia menciona pessoas orando em pé (8.22; Ne 9.4,5), sentadas (1Cr 17.16; Lc 10.13), ajoelhadas (Ed 9.5; Dn 6.10; At 20.36), acamadas (Sl 63.6), curvadas até o chão (Êx 34.8; Sl 95.6), prostradas no chão (2Sm 12.16; Mt 26.39) e de mãos levantadas aos céus (Sl 28.2; Is 1.15; 1Tm 2.8).

EXEMPLOS DE ORAÇÃO EFICAZ

A Bíblia está cheia de exemplos de orações que foram poderosas e eficazes.

1) Moisés fez numerosas orações intercessórias às quais Deus atendeu, mesmo depois de Ele dizer a Moisés que ia proceder de outra maneira.

2) Sansão, arrependido, orou pedindo uma última oportunidade de cumprir sua missão máxima de derrotar os filisteus; Deus atendeu essa oração ao lhe dar forças suficientes para derrubar as colunas do prédio onde os inimigos estavam exaltando o poder dos seus deuses (Jz 16.21-30).

3) Deus respondeu às orações de Elias em pelo menos quatro grandes ocasiões; em todas elas redundaram em glória ao Deus de Israel (17-18; Tg 5.17,18).

4) O rei Ezequias adoeceu e Isaías lhe declarou que morreria (2Rs 20.1; Is 38.1). Ezequias, reconhecendo que sua vida e obra estavam incompletas, virou o rosto para a parede e orou intensamente a Deus para que prolongasse sua vida. Deus mandou Isaías retornar a Ezequias para garantir a cura e mais quinze anos de vida (2Rs 20.2-6; Is 38.2-6).

5) Não há dúvida de que Daniel orou ao Senhor na cova dos leões, pedindo para não ser devorado por eles, e Deus atendeu o seu pedido (Dn 6.10,16-22).

6) Os cristãos primitivos oraram incessantemente a Deus pela libertação de Pedro da prisão, e Deus enviou um anjo para libertá-lo (At 12.3-11; cf. 12.5 nota). Tais exemplos devem fortalecer a nossa fé e encher-nos de disposição para orarmos de modo eficaz, segundo os princípios delineados na Bíblia.



Fonte: BEP

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CONSTRUINDO RELACIONAMENTOS SIGNIFICATIVOS

O evangelho celebra relacionamentos significativos. Deus é Pai. Nós somos filhos. Em Cristo, somos irmãos e irmãs. Somos uma família. O projeto de Deus é que a igreja se caracterize por relacionamentos de qualidade. O vínculo desses relacionamentos é o amor.
O Senhor Jesus Cristo nos deu o exemplo neste sentido. Ele sempre saiu ao encontro das pessoas. Muitas vinham a ele. Mas vinham porque sabiam que ele era alguém acessível, de quem podiam se aproximar, em quem podiam tocar. Construir relacionamentos com as pessoas era uma iniciativa intencional e agressiva para Jesus Cristo. Ele está sempre indo ao encontro das pessoas, buscando alcançar o âmago de seus corações, ministrar às suas mais escondidas e básicas carências.
Relacionamentos significativos são aqueles que marcam positivamente as nossas vidas. Nós deveríamos levar sempre em conta esse propósito quando nos relacionamos com as pessoas. Quando aconselhamos, visitamos, ensinamos ou pregamos, isto tem de estar em nossos corações. Precisamos fazê-lo de tal modo, com tão profunda intensidade de amor e de gaça, que as vidas das pessoas sejam profundamente abençoadas. Nesse sentido, a qualidade de nossa ministração aos outros será constatada pela influência que tenhamos exercido sobre elas. Tenho pedido a Deus que eu possa fazer parte da biografia de muita gente como um fato de bênção e edificação.
Relacionamentos de qualidade são consistentes, curados, sinceros e edificantes. São relacionamentos que nutrem. Não sufocam nem estressam o outro. São relacionamentos untados pela graça de Deus. não se centralizam nas pessoas, mas em Deus. Não criam jugos; pelo contrário, eles dão liberdade ao outro de ser, sem julgá-lo. É muito fácil assumir uma postura de juiz dos outros. Mas a Palavra de Deus diz: "Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes e não vos dobreis novamente a um jugo de escravidão"(Gal.5:1).
No chegar junto, valoriza-se a formação de elos entre as pessoas, de vínculos de aproximação e comunhão. Não é aquele tipo que sufoca, que coloca o outro em uma redoma e o torna intocável por sua possessividade. Os pequenos grupos cultivam a oração, o estudo da Palavra de Deus e o cuidado mútuo. Quando as pessoas criam vínculos na comunidade, tornam-se naturalmente responsáveis umas pelas outras.
Relacionamentos significativos criam vínculos saudáveis. E criar vínculos é fundamental na dinâmica da mutualidade do Corpo de Cristo. Quando uma pessoa está em dificuldades, os vínculos que ela formou com outras pessoas é que vão gerar a aproximação e o cuidado em seu favor. Um povo de relacionamentos fortes é um povo forte na batalha contra o inimigo. O inverso também é verdadeiro.
Por causa disso, é importante que a igreja identifique e cadastre os grupos com os quais cada pessoa está vinculada. Na hora certa, esses grupos podem ser acionados para dar atenção àquele que dela necessite.
Então, toda a ênfase deve ser dada no sentido de que se formem pequenos grupos de comunhão na igreja. Que haja líderes maduros e compromissados com o Senhor em número suficiente para orientar e acompanhar essas pequenas células de vida. E que se aprofundem os laços entre pessoas nesses grupos, numa aliança consistente pelo sangue de Jesus.


Pr. Mauro Israel Moreira

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OS DEZ MANDAMENTOS DO NAMORO

I. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.

II. Não se prenda em um jugo desigual (2 Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.

III. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.

IV. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.

V. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.

VI. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.

VII. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.

VIII. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.

IX. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.

X. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: O Casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.



José Antônio Corrêa

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PARÁBOLA ÀS MÃES

A jovem mãe iniciava seus passos na estrada da vida. "É longa a estrada?" - perguntou ela.

"Sim" - respondeu-lhe o guia. "O caminho é longo e cheio de dificuldades.

"Envelhecerás antes de chegar ao ponto final; mas esse final será melhor do que o início."
E a jovem sentia-se tão feliz que não podia crer na possibilidade de dias melhores do que os do presente. Então, brincava com os filhinhos, colhia-lhes flores ao longo do caminho, banhava-se com eles nas águas límpidas dos regatos; e o sol brilhava sobre eles; a vida era boa; e a jovem mãe exclamou: "Nada haverá mais belo, mais encantador do que isto!"

Desceu, então, a noite; desabou o temporal; a estrada era escura; os filhos, tremendo de frio e medo. A mãe, aconchegando-se a si, agasalhou-os com seu manto. As crianças, protegidas, murmuravam: "- Mamãe, nada mais temeremos, pois estás conosco, e mal algum nos pode sobrevir!" E a mãe exclamou: "Isto é mais valioso que o esplendor do dia, pois ensinei meus filhos a serem corajosos."

Raiou a manhã seguinte. Eis uma montanha à frente. Começaram a subir. Os filhos sentiam-se cansados; a mãe sentia-se cansada também, mas animava-os a todo instante, dizendo-Ihes: "Um pouco de paciência e chegaremos ao alto". Assim, as crianças iam subindo, subindo... e ao chegarem ao topo da montanha, disseram:

"Não poderíamos subir e vencer sem o teu auxílio, mamãe". E a mãe, ao deitar-se aquela noite, contemplando as estrelas, exclamou: "O dia de hoje foi melhor do que o de ontem, pois meus filhos adquiriram força em face das dificuldades. Ontem, dei-lhes coragem; hoje, dei-lhes vigor."

E o dia seguinte raiou com estranhas nuvens que escureciam a terra - nuvens de guerra, ódio e pecado. Os filhos, caminhando às apalpadelas, tropeçavam. A mãe animava-os: "Olhem para cima; levantem o olhar para a luz." E eles, erguendo os olhos, divisaram, além das nuvens, uma Glória eterna que os guiou e os protegeu na jornada através da escuridão. E, ao findar aquele dia, exclamou a mãe: "Este foi o melhor de todos os dias, pois hoje revelei Deus aos meus filhos."

Iam-se passando os dias, as semanas, os meses, os anos ... E aquela mãe chegou à velhice. Ela sentia-se definhada, curvada sob o peso dos anos. Mas seus filhos estavam crescidos, fortes, cheios de coragem. E quando a estrada se tomava difícil, eles a auxiliavam; quando o caminho era áspero e pedregoso, tomavam-na nos braços, pois era delicada como uma pena. Depois de algum tempo chegaram a uma colina, e além dessa colina distinguiram uma estrada brilhante, terminada por largos portões dourados.

E a mãe exclamou: "Cheguei ao fim da jornada. Agora eu sei que o fim é melhor do que o princípio, pois meus filhos podem andar sozinhos, e seus filhos depois deles."
E os filhos lhe disseram: "Tu andarás sempre conosco, mamãe, mesmo depois de haveres atravessado os portões. E eles esperaram, vigiando-a enquanto seguia sozinha, até que os portões se fecharam. Então exclamaram: "Nós não a podemos ver, porém ela ainda está conosco. Uma mãe como a nossa é mais do que uma memória. Ela é uma presença viva."




Autor: Pr Jonas Neto
Fonte: www.centraldepregadores.com.br/jonas-neto/

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GUERRA DO CARVÃO

O menino chega em casa bufando de raiva de um colega da escola que o humilhou na frente de seus amigos.
Em vão seu pai tenta acalmá-lo. Percebendo, então, que ele precisa "botar pra fora" sua raiva, o pai propõe-lhe uma forma alternativa de vingança:
- Vê aquela camiseta branca no varal, filho? Pois, bem, imagine que aquela camiseta é menino que te aborreceu. Pegue aqui neste saco alguns pedaços de carvão e atire bem no peito dele. Vamos ver quantas vezes você é capaz de acertá-lo, até que sua raiva passe.

A coisa toda pareceu-lhe boba, mas ele aceitou, afinal de contas seu pai estava do seu lado.

Errou algumas, acertou outras, mas atirou até a última pedra de carvão que havia no saco. No fim o pai perguntou-lhe:

- E aí, filhão, como se sente?
- Cansado, disse ele sorrindo, mas, em compensação, olha só como ficou a camiseta!

O pai, então, convida-o a entrar e o coloca diante de um espelho. O menino leva um susto ao ver o quanto ficou sujo ao manusear o carvão, e o pai lhe diz:

- Assim é a vingança filho, você sempre acabará ficando sujo enquanto estiver atacando a pessoa que odeia. Perdoar é melhor!

Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.


Mateus 6.14-15

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CURIOSIDADES SOBRE A ALIANÇA DE CASAMENTO

Você sabia onde surgiu o costume de colocar no dedo a “Aliança de Casamento”? Aprenda o seguinte:

1. Esse costume surgiu no Egito Antigo, onde o círculo representava a eternidade, pois não tinha começo e nem fim. Assim, o homem e a mulher deveriam usá-la para concretizar o casamento.

2. Depois de algum tempo, os gregos descobriram o magnetismo, e, adotaram a aliança de metal, acreditando que tinha o poder de atrair o coração, orgão que representa o amor.

3. A aliança deveria ser usada no dedo anular da mão esquerda, onde haveria uma veia ligada diretamente ao coração. Esse costume se mantém entre a maioria dos países, inclusive no Brasil. Já na Alemanha e em outros países europeus, a aliança de casamento é usada no dedo anular direito, e a de aliança de noivado, no dedo anular esquerdo.


4. Em Mateus 19.6, está escrito que: “O que Deus uniu ninguem separa”.

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A PAQUERA

INTRODUÇÃO

O Brasil é muito grande ! Temos a benção de podermos nos comunicar em uma única língua : o português. Mas apesar da língua única, a INTERPRETAÇÃO de algumas palavras, pode variar dependendo da região do país.

Assim sendo, se em sua região a palavra "paquera" é pejorativa ou não é muito bem vista, perdoe-nos e aceite esta explicação : usaremos a palavra "paquera", como é entendida na maior parte do Brasil. Ou seja, é o mesmo que nossos avós chamavam de "flerte" (o ato de observar alguém "interessante", visando uma possibilidade de namoro). Apenas neste sentido e nada além disto, OK? Agora, podemos começar !

1. UM SENTIMENTO ESPECIAL

Por todo o Reino Animal, encontraremos uma atração que envolve dois sexos. Macho e fêmea sentem-se atraídos um pelo outro. Mas na categoria dos "animais racionais" (os seres humanos), algo especial acontece, que vai muito além do "instinto selvagem": é o sentimento afetivo que envolve os dois.

A paquera se encaixa neste fato. Homem e mulher sentem-se atraídos um pelo outro, mas algo diferente ocorre, com uma certa sensação de conquista, que tem um aspecto interessante: O OLHAR !

Olhos se cruzam, um certo charme "paira no ar", e aquele sorriso discreto, traz um clima de expectativa e surpresa. Tudo acontece tão intensamente !

A paquera é um comportamento que caracteriza a Adolescência. É a descoberta do sexo oposto, impulsionada pelos hormônios que começam a atuar em seu corpo. Todo esse processo é uma prova de que o corpo do adolescente está funcionando bem. No entanto, o que se faz com o corpo, deve ter os limites estipulados pela Bíblia, quanto à ética e a moral.

2. PAQUERA "SAUDÁVEL"

A paquera saudável é aquela onde tudo acontece naturalmente. Você está com um grupo de amigos conversando e de repente, alguém interessante aparece! Você começa a dar uma atenção especial à pessoa. Papo vai, papo vem... e como você está "solteiríssimo(a)", esperando no Senhor alguém para amar, acaba gostando da história.

É o momento para conversar, conhecer o outro, encontrar afinidades, saber seus sonhos e alvos. Mas sempre de uma forma discreta, pura e sem malícia. Apenas o descobrir de uma nova amizade, sem a preocupação de um envolvimento físico. Assim, depois de muita observação de valores, talvez possa se chegar à conclusão sobre se "vale ou não à pena" investir em tal pessoa e se há retorno por parte dela.

Podemos dizer que a paquera é a "ante-sala" de um namoro. Este primeiro momento é decisivo, para continuar ou não com a idéia. Algumas vezes, acontece do outro nem perceber que foi alvo de suas intenções. Numa pequena troca de idéias, você já percebe que não daria certo, um namoro entre vocês. Alguns dizem : "Não deu liga !", "Não virou !" ou então "Não houve empatia !"

Por outro lado, você também pode se surpreender. A cada momento que o papo se prolonga, o entusiasmo toma conta. Você dá a entender que gostaria de conversar novamente e convida para no próximo Sábado, ir à reunião de jovens da sua Igreja.

3. PAQUERA "PREJUDICIAL"

Pode um momento tão emocionante como este, ser prejudicial ? Deus faz um comentário "preocupante", sobre o coração do homem, quando fala ao profeta Jeremias:

Jr 17:9-10 : "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá ? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os pensamentos; e isto para dar a um segundo o seu proceder, segundo o fruto de suas ações."

O coração do homem é enganoso. Uma coisa simples, pode transformar-se em algo negativo, que pode magoar e deixar marcas. Analisando a paquera, à luz de alguns textos e princípios bíblicos, podemos dizer ela é prejudicial, nestas situações :

a) QUANDO NÃO TEM UM IDEAL : desperta expectativas no outro e na hora "H", pula fora sem assumir o que fez e ainda diz: "Foi uma brincadeira, você é que entendeu mal, você leva tudo a sério...".

Pv 26:18-19 : "Como louco que lança fogo, flecha e morte. Assim é o homem que engana o seu próximo e diz : fiz isso por brincadeira".

b) QUANDO HÁ UMA INTENÇÃO IMPURA : quando ocorre este caso, a pessoa quase sempre começa a paquera, com o principal pensamento na atração e sedução física, no desejo sexual e na malícia.

Mt 5:27-28 : "Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu porém vos digo : qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela."

c) QUANDO ENVOLVE DEFRAUDAÇÃO : cria-se uma ilusão, desperta-se um desejo físico no outro, que você sabe que não poderá ir adiante, por não ser namorado da pessoa. Isso é o que a Bíblia condena e chama de DEFRAUDAÇÃO.

1Ts 4:6-7 : "e que nesta matéria, ninguém ofenda, nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus, não nos chamou para a impureza e sim para a santificação."

4. TODO O CUIDADO É POUCO

Já dizia o poeta : "a maior covardia de um homem, é despertar o amor de uma mulher, sem a intenção de amá-la." Esta frase diz respeito aos homens, mas também é valida para as mulheres. Portanto, todo cuidado é pouco.

A sensatez é uma das grandes virtudes. Usar a paquera para enganar, afirmar-se e sentir-se seguro, é covardia e egoísmo. Não condiz com a integridade de alguém que quer levar Deus a sério.

O importante nos contatos e relacionamentos é desenvolver uma amizade sadia. Buscar conhecer o outro sem malícia e "segundas intenções". Aí sim, valerá a pena ! Grandes amizades podem surgir de uma paquera, que talvez nem venha a se tornar um namoro !

Acima de tudo, devemos pensar no período "após" a paquera. Poder olhar para si mesmo e para o outro, sem ter do que se envergonhar. Ter condição de poder continuar a desenvolver o contato como amigos, ou até futuramente pensarem em um namoro.

O maior desafio é saberem lidar com os seus sentimentos e de maneira alguma ferir os sentimentos do outro. Devemos "entrar e sair" da paquera, como pessoas APROVADAS POR DEUS !

Pv 15:3 : "O Deus eterno vê o que acontece em toda a parte; ele está observando todos, tanto os bons, como os maus."(BLH)

Percebeu a responsabilidade ? Não adianta querer trapacear. Deus conhece o seu coração e está observando a sua atitude.

Na Adolescência, paquerar é algo comum e até pode ser uma atitude positiva. Mas necessita de muito domínio próprio e responsabilidade. ESTE É SEU GRANDE DESAFIO !

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